O Futuro do Recrutamento e Seleção

O mercado de de RH está cada vez mais competitivo visto que a oferta de trabalho tem crescido demasiadamente nos últimos anos, no entanto, profissionais não têm-se preparado, se qualificado, para suprir essa demanda.

O que ocorre então é que profissionais que não estão na busca de emprego são tirados de onde trabalham para ir trabalhar em outras empresas, até mesmo concorrentes, porém com maiores salários, inflacionando a média de salários para determinadas áreas. Para que isso seja mitigado, empresas têm apostado em universidades corporativas e incentivos financeiros de longo prazo mas isso não tem resolvido o problema pois as pessoas buscam suprir 3 necessidades: necessidades financeiras, conciliar vida pessoal e profissional e desafios. Se uma dessas 3 vertentes não é suprida, a empresa corre o risco de perder um bom profissional. Se 2 delas não são supridas, o profissional troca de emprego.

Daí entra o trabalho de seleção minucioso para tampar o buraco. E as ferramentas de RH presentes no Brasil ainda ficam aquém do necessário para atender às empresas. Existem muitas ferramentas fazendo basicamente a mesma coisa: vender currículos ou vender vagas. Por isso eu vejo que o futuro do Recrutamento e Seleção está no poder de:

1 – Dar às pessoas capacidade de conhecer o mercado onde desejam atuar, ofertando cursos (presenciais, semi-presenciais e online)  mais adequados às necessidades das empresas, que têm demandado por inovação e criatividade mas as escolas não conseguem suprir isso,

 2 – Fornecer ferramentas mais adequadas que:
- Foquem nos processos e inteligência de mercado
- Façam uso das redes sociais buscando informações que ficam além dos currículos
- Deleguem  para todas as pessoas envolvidas, dentro e fora da empresa, que busquem através de suas redes de relacionamentos o profissional demandado
- Permitam que o olhar clínico das recrutadores (analistas e psicólogos) ser o foco da contratação e não cada etapa dos processos

*Ronaldo Bahia é Diretor na JobConvo Tecnologia, empresa de fornece soluções em vídeos online para os processos de Gestão de Pessoas

Fluxo de caixa

Muitas empresas,principalmente as em fase inicial, morrem devido sua má gestão dos recursos financeiros.

Uma forma muito eficiente de gerenciar seus recursos financeiros é através do fluxo de caixa.

Ou seja, todo a dinheiro que sai e que entra na empresa deve ser declarado.

Você pode escolher em qual regime fazer suas declarações de entrada e saída de recursos:

1 – Regime de caixa: que é estipulado pelo período (geralmente 30 dias) do recurso que entra ou sai

2 – Regime de competência: é a contabilização na data exata do evento (entrada e saída de recursos)

 

Para ajudar, aqui vai um modelo em excel (.xlsx) que utilizamos na JobConvo para controlar nosso fluxo de caixa:

http://migre.me/cNSEx

 

 


Como mostrar minha foto nos resultados do Google

Você já se perguntou por que os rostos de algumas pessoas estão aparecendo nos resultados de busca? Como eles fazem isso?

Eles fazem isso ligando e, em seguida, adicionando a marcação de autoria do Google para um dos links. Isso é chamado de um “rich snippet.”

Legal, não é? É mais proeminente e mais credível. Tudo isso é possível através da magia da Marcação de Autoria Google e da tag rel = autor.

Considere isto: de acordo com um estudo sobre o impacto de rich snippets, o número de cliques aumenta 150% uma vez que o rich snippet foi adicionado. Esta é uma daquelas oportunidades de dar a si mesmo uma vantagem quase desleal no Google.

Aqui está como fazer:

Dica: Mesmo se você não estiver ativo no Google+, a Autoria Google ainda vai funcionar, mas você tem que configurar o seu perfil.

Primeiro passo: Verifique se o seu endereço de e-mail no Google+

Google quer saber que sua conta é legal. Certifique-se de que você está usando um endereço de e-mail com o mesmo domínio que o domínio do seu blog.

Segundo o Google, enquanto você está postando sobre esse domínio, e as mensagens têm a mesma assinatura que o nome da sua conta G+, isso é suficiente para fazer a conexão.

 

Passo dois: Link do seu perfil do Google+ para seu conteúdo

No lado direito da página “Sobre” do seu perfil Google, há um lugar para adicionar “Colaborador de links”. Insira os link para o seu conteúdo (sites, blogs, etc).

Se você tem uma página de biografia em seu blog, faça o link para esta bio.

Se você não tem uma página bio, ligar diretamente para o próprio post.

 

Terceiro Passo: Link do seu conteúdo para o seu perfil Google+

A partir da assinatura ou caixa de autor na parte inferior do seu post, o link para o seu perfil Google+, acrescentando “rel = autor” no link.

Se você tem uma página de biografia em seu site, link para o bio com “rel = me” no link.

Se você não tem uma página de biografia em seu site (ou se você está tendo problemas para fazer a autoria funcionar), faça um link direto para o seu perfil Google+ com “autor = rel” no link.

Dica: Se você usa WordPress, existem plugins, tais como Autor Box Reloaded, que irá adicionar a marcação para você. Eles também irá adicionar a sua imagem e ícones para todas as redes sociais.

Teste se deu tudo certo adicionando a url do seu site ou blog no link: http://www.google.com/webmasters/tools/richsnippets

Demora em torno de 30 minutos para o Google processar;

 


O perfil de investimentos no Brasil para startups

Esse post foi feito por Roberto Fermino sobre sua visão do perfil de startups que têm recebido investimentos no país e também falando qual é o melhor momento para se receber um investimento; os benefícios de se receber e de não.

Aqui vai:

Investimento não pode ser um fim em si, mas um meio para alcançar objetivos em conjunto (startup + invetidores)”.

Primeiramente, o recebimento de um investimento deve fazer parte da estratégia dos empreendedores para gerir o crescimento da startup de maneira sustentável e acelerada. Aceitar investimentos de maior risco em troca de uma % maior da empresa, também é algo a se considerar. Porém, outras variáveis podem vir a tona, como por exemplo o segmento que se pretende atingir, o timing de mercado e a janela de oportunidade.

Quebrando em categorias, vejamos o cenário no Brasil para investimentos em:

1 – E-commerce

O que vemos majoritariamente acontecendo são empresas formadas por pessoas com MBAs das TOPs universidades. Estes pegam muito capital antes mesmo de começar a operação. Também há empresas de lojas “brick and mortar” que conseguiram bancar a operação online até ganhar escala e deixar de ser uma lojinha dentro do mercado livre. Em ambos os casos, o investimento chega numa boa hora porque o business é de capital intensivo ( estoque, capital de giro etc).

2 – Startups de pequeno faturamento

*até 500 mil de faturamento por ano e até 5 anos de mercado

Nestes casos o faturamento vem principalmente de serviços de consultoria B2B e eles deixam um produto como pet project que cativam na esperança que magicamente dê certo. Empreendedores não conseguem se dedicar fulltime ao projeto, pois dependem dos outros serviços para se manterem. Acho extremamente válido um investimento neste caso, pois montar um time coeso, mesmo pequeno, gasta-se muita energia e leva-se um tempão pro entrosamento. O grande “Porém” destes casos é que estes empreendedores não vêm das TOPs, estão fora do radar dos VCs, são caras que construíram suas empresas com suor e sangue, não têm relacionamentos fortes. E não têm o mindset da escala que um VC precisa pra multiplicar o capital like crazy, estes empreendedores são muito sentimentais, ligados umbilicalmente ao negócio e quase sempre acham que um “externo” está xeretando o negócio e está dando palpite onde não deve.

3 – Startups com faturamento maior que 500 mil

Empresas que faturam mais de 500K estão sendo avaliadas por fluxo de caixa descontado tradicional e investidores não estão pagando prêmio algum, há um descompasso em relação a expectativa do upside. Conheço uma empresa de games com uma equipe muito boa que estava sendo avaliada por um VC durante muitos meses e este não chegava a nenhuma conclusão, neste meio tempo a empresa estorou e fecharam com outro deal numa condição 10x melhor. Games é uma exceção mesmo dentro do digital porque o ciclo é ainda mais rápido, mas para outros segmentos é muito normal VCs ficarem cozinhando os empreendedores por meses a fio. Há um despreparo por parte de muitos VCs também, por serem muitos generalistas eles acabam tendo um comportamento do tipo “esperar a empresa cair no colo deles” pra depois analisar. Se fossem mais diretos, com os mercados específicos que pretendem atingir, faixa de investimento pretendida etc. Fariam um estudo bem mais completo dos macro cenários e poderiam avaliar bem mais rápido os investimentos, não fazendo o empreendedor de bobo.

4 – Startups vindo de fora

Há uma proliferação de “multinacionais” digitais crescendo assustadoramente no nosso nariz, são de dois tipos, as que fazem a operação, inclusive tecnologica, no Brasil e exportam os recursos. E aquelas que só têm o braço comercial, pior dos casos. Há as exceções, como gringos que vêm pro brasil pra efetivamente empreender e se estabelecer por aqui, deixando o recurso no nosso solo e reinvestindo ele. Se vc é um empreendedor tupiniquim e se vê lidando com os gringos do primeiro grupo, que são polvos gigantes com seus tentáculos no Brasil, vai precisar de grana.

5 -  Janela de oportunidade

Em períodos de incerteza vc tem que estar bem preparado, e estar capitalizado neste caso é uma ótima opção. Entrevistando empreendedores vi que em muitos casos os caras pegaram um bolada imediatamente antes da bolha que era pra durar 6 meses e quando a bolha estorou souberam reduzir custos extras previstos e fizeram o dinheiro render por anos. É o caso do Buscapé, por exemplo.

E há diversas outras situações.

Ficaria muito feliz se empreendedores mais experientes pudessem cavar mais fundo neste assunto. Na empresa que estou tocando estamos justamente neste momento estratégico e creio que muitos outros aqui estão diante dessa decisão também.

Obrigado


Visão sobre o potencial do Brasil

É fato que o Brasil é uma das economias que mais cresceram no mundo.

O Produto Interno Bruto (PIB) per capita, em dólares americanos, saltou de 6 milpara 11 mil, entre 1999 e 2010.

A população, que no ano 2000 era de 170 milhõesde pessoas, passou de 200 milhões em 2011.

O percentual de proprietários denovas empresas, no país, cresceu de 4,2% para 9,3%, entre 2001 e 2008,segundo o Global Entrepreneurship Monitor, ao passo que a taxa de desemprego caiu de 12% em 2003 para 6,5% em 2011.

E o mais impressionante, o total depessoas com acesso à internet, em 2011, passa dos 77 milhões

(continue lendo…)

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Imaginando o futuro em 1954

Vídeo feito pela GE em 1954 prevendo o futuro.
Hoje nos soa óbvio, mas e em 1954?


3 maiores erros ao gerar um processo de venda

Imagine você, numa entrevista emprego, sendo interrogado pelo gerente assim: “Qual salário você está buscando?” Você ficaria perplexo, não?

Lembre-se que o sentimento de medo, não querendo responder um valor muito alto e perder a oportunidade, e nem muito baixo e assim não se valorizar.

Agora pense sobre vendas. Prospects que você tem conversado ultimamente. Quando você está no início do processo de qualificação

de leads de vendas, um jeito infalível de perder a venda é agir como o gerente acima, fazendo a seguinte pergunta:

“Qual é o seu orçamento para este projeto?”

Não caia na armadilha de pedir “o orçamento.” Os três maiores erros que os vendedores fazem ao tentar fechar uma venda, gira em torno da questão “o orçamento”. Estes erros são:

1. Perguntar sobre o orçamento no momento errado

Acredite ou não, muitas pessoas perguntam sobre “o orçamento” no início do processo de vendas, para que eles possam adequar a sua oferta em torno de quanto dinheiro o cliente tem disponível. Faz sentido, certo? Errado. Se você perguntar sobre o orçamento muito cedo, ou num momento errado, o risco de obtenção de informações incompletas ou de perder essa venda é alto.

É o mesmo que encontrar alguém numa festa e logo em seguida dizer: “Olá Ricardo! Eu sou Francisco. Então, qual é o seu patrimônio líquido?” Ele pode ter essa pergunta como rude e tanto  invasivo em um contexto pessoal.

Então, quando é o momento certo para perguntar sobre o orçamento? Leia mais. A resposta pode surpreender você.

2. Perguntar sobre orçamento muito diretamente

De um modo geral, nunca é sábio pedir de imediato, “Você tem um orçamento para este projeto?” Ou “Qual é o seu orçamento?”. Claro, essas são as perguntas que você quer respondidas. Mas se você for muito fechado ou muito ansioso para obter informações sobre o orçamento de suas oportunidades de vendas, você corre o risco de encerrar o processo de vendas antes de ter tempo  para conversar e conhecer as necessidades do cliente.

Embora todos nós gostaríamos de ganhar o negócio dos clientes, existem maneiras mais inteligentes para chegar lá. Por exemplo, você poderia perguntar: “Quais são algumas das iniciativas recentes que você fez nessa área?” Isso mostra que você está interessado nos problemas mais amplos voltados para o negócio do cliente, e você pode ter uma noção de quanto eles poderia ter gasto em outras soluções semelhantes. Você também pode dizer: “Como esta situação se encontra na sua lista de prioridades?” Isto lhe dará insights

sobre o nível de urgência do cliente e a vontade de tomar a  decisão de compra.

3. Perguntando sobre orçamento. Período.

Obter o orçamento de venda é uma forma de arte. A maioria das oportunidades de vendas não divulga seu orçamento. Ao invés de tentar arrancar o orçamento, seja requintado e aprimore seu diálogo para saber as necessidades do cliente e esclarecer as

expectativas das soluções que está oferecendo, e a que preço. O verdadeiro truque é deixar mostrar que você deseja  a informação sobre o orçamento, sem ter que pedir explicitamente.

Como? Comece levando questões que mostram que você está preocupado com os melhores interesses do cliente. Em seguida, mostre que você está ouvindo, e demonstre como você pode ajudar a resolver os problemas. Finalmente, forneça um cenário de custo-benefício básico e deixe que eles lhe digam se eles podem pagar. Se você está fazendo seu trabalho direito, você não vai mesmo ter de perguntar se eles “Vocês têm dinheiro suficiente para este projeto?”

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